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Coordenação Nacional para a Reforma Cuidados Continuados Integrados

  • Ana Maria Pereira Gomes (Coordenadora da Comissão de Coordenação da RNCCI)

    Ana Gomes

    Licenciada em Psicologia Clínica, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (1981). Pós-Graduação em Toxicodependências pela Universidade do Porto.

    Assessora da Carreira Técnica Superior de Saúde de Psicologia Clínica.

    Desde 15 de Fevereiro de 2019 foi nomeada Coordenadora da Comissão Nacional de Coordenação da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, em representação do Ministério do Trabalho e Segurança Social.

    Desde 7 de Janeiro de 2019 desempenha funções no Instituto da Segurança Social, IP. como Diretora de Unidade de Gestão e Acompanhamento da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

    De 10 de Abril de 2017 a 6 de janeiro de 2018 desempenhou funções no Instituto da Segurança Social, IP, no Centro Distrital de Lisboa, como Diretora de Serviço na Unidade de Desenvolvimento Social. É responsável por 3 Núcleos – Infância e Juventude, Respostas Sociais e Intervenção Social, respetivos 4 Setores – Adoção e Apadrinhamento Civil, Cooperação e Licenciamento, Proteção Social e Promoção de Autonomia, e Atendimento e Emergência Social e 6 Setores Territoriais com intervenção em todas as áreas – Amadora, Sintra, Oeiras-Cascais, Loures-Odivelas, Mafra-Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

    De 2015 a 9 de Abril de 2017 desempenhou funções de Adjunta da Direção Executiva do Agrupamento de Centros de Saúde de Sintra.

    De 2012 a 2015 foi Diretora Técnica de uma IPSS e responsável pelo funcionamento de 8 Lares de Acolhimento Residenciais, de crianças e jovens, privados de ambiente familiar estável.

    De 2006 a 2012, no âmbito do Instituto da Segurança Social do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, foi Diretora de Serviço, responsável por definir e desenvolver políticas de ação social, medidas de combate à pobreza e de promoção da inclusão social, designadamente as dirigidas ao envelhecimento, dependência, deficiência e outros grupos em situação de vulnerabilidade e Diretora de Departamento, responsável por todas as Áreas de Ação Social.

    Destaca-se a representação do ISS, IP na Unidade de Missão dos Cuidados Continuados Integrados.

    De 1982 a 2006 desenvolveu a sua atividade no Ministério da Saúde, na área da Toxicodependência, exercendo diferentes funções, desde a Intervenção Clínica a cargos de Coordenação, Direção de Serviços e Direção de Departamento.

    De 1999 a 2001 e desde março de 2016, é Presidente da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar.

    Desde 1997 possui o grau de Docente Supervisora em Terapia Familiar,

    Desde 1994 possui o grau de Formadora em Terapia Familiar

    Desde 1993 é membro efetivo da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar

    Em 1978 concluiu o Curso de Educadora de Infância, pela “Escola de Educadoras de Infância Maria Ulrich”

    De 1995 a 2000 foi Membro da Junta Diretiva Europeia da ÍTACA – Associação de Profissionais com Intervenção em Toxicodependências

    De 1996 a 2000 foi Presidente da Direção da ÍTACA Portugal

    Luís Miguel Fernandes Fausto da Costa (Coordenador da Comissão de Coordenação da RNCCI)

    Licenciado em Enfermagem e Especialista em Enfermagem de Saúde Pública / Comunitária pela Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

    2012 até à atualidade – Enfermeiro Chefe do IPOLFG

    2006 A 2012 – Alto Comissariado para a Saúde e Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados

    2003 A 2006 – Direção de Enfermagem do IPOLFG como Adjunto

    1990 A 2003 – Enfermeiro no IPOLFG

    Colaborou no planeamento e implementação da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI); assessoria técnica no desenvolvimento de produção legislativa relativa a RNCCI; responsável, na área da Qualidade, pelas auditorias organizacionais das Unidades de Internamento da RNCCI no âmbito da UMCCI.

    Integrou o projeto europeu “Breaking the Taboo 2” em colaboração com o Centro de Estudos para Intervenção Social, na construção de um Manual de Formação multinacional, para a “Prevenção e intervenção na área da violência contra mulheres idosas”;

    Coordenou o processo de acreditação pela Joint Commission International para a área da Segurança do Doente e Instalações do IPOLFG.

    Integrou a equipa para a implementação do processo clínico eletrónico do IPOLFG.

    Integrou a equipa de Auditoria das Notas de Alta do IPOLFG;

    Integrou a equipa que definiu o plano de estudos da Pós-Graduação em Enfermagem Oncológica da ESEL.

    Participou no 37º Programa de Intercambio de gestão HOPE, Federação Europeia dos Hospitais, em Espanha.

    Docente Especialista na Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches, Universidade Lusófona e assistente convidado da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa.

    Consultor técnico da ACSS, na elaboração do referencial de formação para a profissão de Auxiliar Técnico de Saúde;

    Coordenador do grupo de trabalho da DGS, que elaborou o documento de suporte para a Norma organizacional da “Consulta de Enfermagem”.

    Colaborou e participou em diversos eventos científicos e pedagógicos, com entidades do Ministério da Saúde, Associações Profissionais e Instituições Académicas.

    Produção de artigos publicados, destacando a co-autoria do livro: CAMPOS, L.; Borges M.; et al (2009). “Governação dos Hospitais” – Interface do Hospital com os Cuidados Continuados Integrados, p. 349 a 364. Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT). Ed. Casa das Letras

  • Missão

    A expansão da capacidade de resposta da Rede, privilegiando a domiciliação e as respostas comunitárias e dando prioridade às regiões e às respostas mais carenciadas.

    Visão

    Uma RNCCI baseada numa abordagem integrada com respostas múltiplas, equitativa e acessível como garante de continuidade de cuidados, promotora de ganhos funcionais e manutenção do bem-estar com qualidade e efetividade.

    Objetivos

    Relativamente aos objetivos, bem como aos princípios, reiteramos os enunciados no diploma legal que instituiu a Rede (Decreto-Lei 101/2006 de 6 de junho), ou seja:

     

    1 - A melhoria das condições de vida e de bem-estar das pessoas em situação de dependência, através da prestação de cuidados continuados de saúde e ou de apoio social;

    2 - A manutenção das pessoas com perda de funcionalidade ou em risco de a perder, no domicílio, sempre que mediante o apoio domiciliário possam ser garantidos os cuidados terapêuticos e o apoio social necessários à provisão e manutenção de conforto e qualidade de vida;

    3 - O apoio, o acompanhamento e o internamento tecnicamente adequados à respetiva situação;

    4 - A melhoria contínua da qualidade na prestação de cuidados continuados de saúde e de apoio social;

    5 - O apoio aos familiares ou prestadores informais, na respetiva qualificação e na prestação dos cuidados;

    6 - A articulação e coordenação em rede dos cuidados em diferentes serviços, sectores e níveis de diferenciação;

    7 - A prevenção de lacunas em serviços e equipamentos, pela progressiva cobertura a nível nacional, das necessidades das pessoas em situação de dependência em matéria de cuidados continuados integrados e de cuidados paliativos.

    Estratégia

    A direção estratégica será assumida pela Coordenação Nacional para a Reforma do SNS na área dos Cuidados Continuados, a qual terá como lema o serviço público e o bem comum, como instrumento essencial o diálogo permanente e o respeito por todos os atores envolvidos e como orientação o apoio a estratégias locais que respeitem os princípios e a lei que enquadram a Rede e os seus diversos desenvolvimentos. A Coordenação Nacional, tal como referido no Despacho de Nomeação, contará com a colaboração de uma equipa multidisciplinar e com dispersão geográfica a qual garantirá a essencial articulação com o Ministérios do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, a Administração Central do Sistema de Saúde, I.P., a Direção-Geral da Saúde, as Administrações Regionais de Saúde, I.P. e os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, E.P.E.

     

    Com base nestes consensos e tendo em conta o atual estado de desenvolvimento da Rede, propomos uma estratégia de desenvolvimento no respeito pelo Eixo VI do Programa do Governo relativo à área da Saúde (Expansão e melhoria da integração da Rede de Cuidados Continuados e de outros serviços de apoio às pessoas em situação de dependência) e respetivos vetores:

     

    1 - Reforço dos cuidados continuados prestados no domicílio e em ambulatório;

    2 - Reforço da rede nacional através do aumento do número de vagas em cuidados continuados integrados em todas as suas tipologias, num esforço conjunto com as organizações do terceiro setor e o setor privado, com especial incidência nos grandes centros urbanos;

    3 - Reconhecimento e apoio a cuidadores informais que apoiam as pessoas dependentes nos seus domicílios;

    4 - Reforço da investigação e integração de TICs com vista ao desenvolvimento de Ambientes de Vida Assistida (AVA);

    5 - Incremento da formação e da Governação Clínica.

    Contactos

    E-mail: cncci@cncci.min-saude.pt

    Data de Atualização: 03-11-2016
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